[...] O homem sempre quererá ser mais do que é, sempre se revoltará contra as limitações da natureza, sempre lutará pela imortalidade. Se alguma vez se desvanecesse o anseio de tudo conhecer e tudo poder, o homem já não seria homem. Assim, ele sempre necessitará da ciência, para desvendar todos os possíveis segredos da natureza e domina-lá. E sempre necessitará da arte para se familiarizar com sua própria vida e com aquela parte do real que sua imaginação lhe diz não ter devassada.